A ausência de um pai vai muito além da falta de um nome na certidão ou do pagamento da pensão alimentícia. Estamos falando do vazio emocional, da falta de assistência moral e do descaso que molda a personalidade de uma criança.
Muitos acreditam que "quem não dá carinho, não é obrigado a dar", mas o Direito Brasileiro entende de outra forma. Cuidar não é apenas uma escolha, é um dever jurídico.
O que é o Abandono Afetivo?
Diferente do abandono material, o afetivo ocorre quando o genitor negligencia o dever de convívio, amparo e proteção emocional. A Justiça entende que o trauma gerado por essa rejeição pode dar direito a uma indenização por danos morais.
3 Sinais que podem gerar direito à indenização:
Rejeição Pública e Notória: O pai ignora a existência do filho perante a sociedade ou família.
Ausência em Momentos Cruciais: Falta injustificada em aniversários, doenças ou eventos escolares, mesmo tendo condições de estar presente.
Dano Psicológico Comprovado: Quando a omissão do genitor causa traumas, depressão ou problemas de desenvolvimento na criança ou adolescente.
Lembre-se: "Amar é faculdade, cuidar é dever." A indenização não compra o afeto perdido, mas serve como uma reparação pelo descaso e um auxílio para custear tratamentos psicológicos e suporte para o futuro do seu filho.
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